Este termo deriva dos textos lógicos de Aristóteles, nos quais se encontra com dois significados principais:
1.º para designar o que o interlocutor põe no início de uma dissertação como assunção sua;
2.º para designar uma proposição assumida como princípio.
Esses dois significados conservaram-se na tradição filosófica. O primeiro encontra-se já em Platão, e, segundo tradição relatada por Diógenes Laércio, Protágoras teria sido o primeiro a mostrar como apoiar uma tese em argumentos. Na terminologia dos lógicos medievais e dos matemáticos prevaleceu esse significado: a tese designa uma proposição que se pretende demonstrar.
Com Kant, esse termo adquiriu novo valor filosófico: nas antinomias da razão pura "tese" é o enunciado afirmativo da antinomia.
Na dialética pós-kantiana, o momento da tese é o elemento positivo ou de posição, portanto inicial, do processo ou do desenvolvimento dialético.
Esses dois significados conservaram-se na tradição filosófica. O primeiro encontra-se já em Platão, e, segundo tradição relatada por Diógenes Laércio, Protágoras teria sido o primeiro a mostrar como apoiar uma tese em argumentos. Na terminologia dos lógicos medievais e dos matemáticos prevaleceu esse significado: a tese designa uma proposição que se pretende demonstrar.
Com Kant, esse termo adquiriu novo valor filosófico: nas antinomias da razão pura "tese" é o enunciado afirmativo da antinomia.
Na dialética pós-kantiana, o momento da tese é o elemento positivo ou de posição, portanto inicial, do processo ou do desenvolvimento dialético.
Nicola Abbagnano, Dicionário de Filosofia