PdF disponibiliza uma compilação com todos os exames nacionais de filosofia, provas 114 e 714, desde 1997: https://drive.google.com/folderview?id=0BzNM9Emc_2bwcjQwc1FLaWJJV00&usp=sharing
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05/04/2014
05/03/2014
Webinar: Ensinar e Aprender Filosofia no mundo atual
Este Webinar, subordinado ao tema Ensinar
e Aprender Filosofia no mundo atual, surgiu no âmbito das comemorações
do Dia Mundial da Filosofia (15 de novembro de 2012).
Professora Catedrática da Faculdade de
Letras da Universidade de Lisboa, onde tem lecionado Filosofia Moderna,
Didática da Filosofia, Filosofia da Natureza e do Ambiente, Filosofia do
Espaço Público, Filosofia de Género.
Tem publicado inúmeros artigos nestas áreas, em revistas de especialidade e em coletâneas de textos. Última publicação: coordenação do volume Ensinar e Aprender Filosofia num Mundo em Rede, Lisboa Centro de Filosofia, 2012. Para além deste livro publicou mais vinte e sete, individualmente ou como coordenadora, nas áreas de Didática da Filosofia, de Filosofia de Género, de Filosofia Moderna (nomeadamente sobre Espinosa). É investigadora do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, onde coordena dois projetos de investigação.
Tem publicado inúmeros artigos nestas áreas, em revistas de especialidade e em coletâneas de textos. Última publicação: coordenação do volume Ensinar e Aprender Filosofia num Mundo em Rede, Lisboa Centro de Filosofia, 2012. Para além deste livro publicou mais vinte e sete, individualmente ou como coordenadora, nas áreas de Didática da Filosofia, de Filosofia de Género, de Filosofia Moderna (nomeadamente sobre Espinosa). É investigadora do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, onde coordena dois projetos de investigação.
14/01/2014
RTP, Filosofia e serviço público
A RTP disponibiliza a plataforma Ensina, que contém alguns recursos eventualmente interessantes sobre Filosofia:
http://ensina.rtp.pt/temas-artigo/filosofia/
Trata-se de uma série de entrevistas sobre Filosofia com Agostinho da Silva e Eduardo Lourenço.
A plataforma dispõe de vários outros recursos interessantes, numa clra demonstração que que o audiovisual em educação é muito mais que uma mera opção.
http://ensina.rtp.pt/temas-artigo/filosofia/
Trata-se de uma série de entrevistas sobre Filosofia com Agostinho da Silva e Eduardo Lourenço.
A plataforma dispõe de vários outros recursos interessantes, numa clra demonstração que que o audiovisual em educação é muito mais que uma mera opção.
08/10/2013
Como escrever um ensaio filosófico?
Como escrever um ensaio filosófico? Eis um artigo bastante didático, de Artur Polónio, publicado pelo Centro para o Ensino da Filosofia da Sociedade Portuguesa de Filosofia.
10/07/2013
Empregabilidade dos professores de Filosofia: porque não reclamar mais disciplinas?
O grupo 410 tem perdido espaço curricular sucessivamente. Ao longo dos últimos anos, a perda tem sido constante e sucessiva, com graves implicações na empregabilidade e, agora, com consequências sobre os professores dos quadros.
Vejamos:
- o fim dos cursos tecnológicos ditou a eliminação da Psicologia A;
- o desaparecimento dos cursos de ensino recorrente implicou a perda de Filosofia e Psicologia;
- a suspensão dos cursos EFA levou à perda de CP (Cidadania e Profissionalidade) e de CLC (Cultura, Língua e Comunicação);
- a transferência de alunos dos cursos gerais para os profissionais não teve, via Área de Integração, a mesma representatividade que até então a Filosofia podia assegurar;
- há muito que a Sociologia é outra coutada;
- desde 2012, começaram a chegar ao mercado de trabalho licenciados em Ensino de Psicologia, na Universidade de Évora, situação que levou a Ordem de Psicólogos a requerer, aos sucessivos ministros, a criação de um no Grupo Disciplinar especificamente para esses docentes.
Portanto, temos assistido impávidos e serenos à delapidação dos horários de Filosofia. Claro que esta é uma discussão corporativa, mas não vejo qual seja a sua irrelevância se considerarmos que não há nenhum motivo que leve um professor de Filosofia a ser preterido por outro, de Direito, para lecionar Área de Integração, só para referir um exemplo.
Estamos no final do ano e esta não é a altura certa para comprar novas batalhas. Mas talvez seja o momento ideal para forjar um projeto a longo prazo: garantir a atribuição de mais horas ao Grupo 410 por via da "conquista" de novas disciplinas para estes professores.
De todas, saliento as seguintes:
- Pensamento Crítico. A legislação existente no ensino básico permite que a Oferta de Escola seja constituída por uma disciplina concebida pela escola. Alguns estabelecimentos de ensino privados já oferecem a disciplina de Pensamento Crítico. Outros oferecem Filosofia para Crianças.
- Ciência Política e Filosofia, no 12.º ano (são oferta de escola);
- TPIE, AEC ou CIS (Técnica Pedagógica e Intervenção Educativa; Área de Estudo da Comunidade; Comunidade e Intervenção Social, nos cursos profissionais do ensino secundário;
Fica lançado o repto: que cada um, na sua escola, prepare ao longo do próximo ano uma proposta consequente à Direção da respetiva Escola, após aprovação pelo Grupo Disciplinar 410. Afinal, existem várias disciplinas cuja aquisição significaria um aumento importante do número de horas letivas.
Agradeço contribuições para este debate.
Sérgio Lagoa
30/06/2013
"Cursos" de Filosofia gratuitos
O Canal do Ensino acaba de divulgar 83 cursos de Filosofia online gratuitos.
Convém referir que, mais do que cursos online, são plataformas de distribuição de conteúdos sobre filosofia. Assistir a duzentos vídeos no youtube sobre filosofia, ainda que sejam "lectures" universitárias, não é propriamente um curso, ainda que se possa argumentar que alguns cursos formais não têm aulas com tal qualidade. Isso poderia levar-nos a algumas questões essenciais, como "o que é um curso?", "o que é aprender?", "o que é ensinar?" ou "qual é o valor das aprendizagens formais e informais?". Como não é disso que se trata, neste post, deixamos aqui os links para os tais "cursos" ou "conteúdos" para os eventuais interessados.
Convém referir que, mais do que cursos online, são plataformas de distribuição de conteúdos sobre filosofia. Assistir a duzentos vídeos no youtube sobre filosofia, ainda que sejam "lectures" universitárias, não é propriamente um curso, ainda que se possa argumentar que alguns cursos formais não têm aulas com tal qualidade. Isso poderia levar-nos a algumas questões essenciais, como "o que é um curso?", "o que é aprender?", "o que é ensinar?" ou "qual é o valor das aprendizagens formais e informais?". Como não é disso que se trata, neste post, deixamos aqui os links para os tais "cursos" ou "conteúdos" para os eventuais interessados.
20/06/2013
Exame Nacional de Filosofia - 1.ª fase
Já estão disponíveis os ficheiros com as versões e os critérios de correção do Exame Nacional de Filosofia de 2013, 1.ª fase.
Versão 1
Versão 2
Critérios de Correção
Versão 1
Versão 2
Critérios de Correção
15/10/2012
A discussão filosófica e o equilíbrio reflectido – Harry Brighouse
O que constitui uma discussão filosófica? Como é que alguém constrói uma? (…) Pretendo descrever como é que os filósofos constroem discussões, concentrando-se num determinado método popularizado pelo filósofo americano John Rawls (1926-2002), conhecido como equilíbrio reflectido.
A filosofia é o estudo sistemático de perguntas, cujas respostas não podem ser determinadas simplesmente pela recolha de dados da observação do mundo e construindo hipóteses sobre esses dados. (…)
O meu interesse particular vai para a filosofia moral, o campo da filosofia que põe questões sobre como devemos viver as nossas vidas, e o que constitui a bondade. Trata de grandes questões como «O que é que torna florescente uma vida humana?»; «O valor moral das acções reside nas suas consequências ou nos motivos por detrás delas?»; «Serão o estado das coisas ou o carácter das pessoas os supremos portadores de valor?»; e também questões muito mais específicas como «Será o aborto moralmente errado?» ou «Será alguma vez legítimo mentir?».
Estas perguntas não podem ser simplesmente respondidas reunindo provas empíricas ou científicas. Então, como tentamos nós encontrar as respostas para elas? A Filosofia rejeita apelos à autoridade. (…)
Dado que nem a autoridade nem a prova empírica são decisivas, como fazemos?
A filosofia é o estudo sistemático de perguntas, cujas respostas não podem ser determinadas simplesmente pela recolha de dados da observação do mundo e construindo hipóteses sobre esses dados. (…)
O meu interesse particular vai para a filosofia moral, o campo da filosofia que põe questões sobre como devemos viver as nossas vidas, e o que constitui a bondade. Trata de grandes questões como «O que é que torna florescente uma vida humana?»; «O valor moral das acções reside nas suas consequências ou nos motivos por detrás delas?»; «Serão o estado das coisas ou o carácter das pessoas os supremos portadores de valor?»; e também questões muito mais específicas como «Será o aborto moralmente errado?» ou «Será alguma vez legítimo mentir?».
Estas perguntas não podem ser simplesmente respondidas reunindo provas empíricas ou científicas. Então, como tentamos nós encontrar as respostas para elas? A Filosofia rejeita apelos à autoridade. (…)
Dado que nem a autoridade nem a prova empírica são decisivas, como fazemos?
Harry Brighouse, «Porque é que uma clínica de discussão é menos tonta do que uma clínica de insultos ou uma clínica de contradições?» in A filosofia segundo Monty Python, Gary Hardcastle e George Reisch, tr. José Pedro Barreto, Estrela Polar, pp. 69, 70.
A discussão filosófica e o equilíbrio reflectido – Harry Brighouse #2
Dado que nem a autoridade nem a prova empírica são decisivas, como fazemos?
Como foi atrás sugerido, o método que muitos filósofos contemporâneos usam é o que Rawls chama equilíbrio reflectido. Este método convida-nos a abordar questões sobre a moralidade, e questões filosóficas em geral, da seguinte maneira. Tomando um tema como a justiça, ou o castigo, ou a mentira, listamos a princípio os nossos juízos sobre casos particulares específicos, e vemos se todos eles se adaptam de forma consistente. Onde concluirmos que não se adaptam, rejeitamos os juízos nos quais temos menor confiança (por exemplo, aqueles em que temos razões para suspeitar de que há um elemento de interesse próprio a pressionar-nos no sentido desse juízo). Listamos também os princípios gerais, ou regras, que achamos adequados a cobrir casos, e procuramos ver se esses princípios também se encaixam, rejeitando uma vez mais os princípios nos quais temos menos confiança. Depois olhamos para os juízos e para os princípios à luz uns dos outros – adaptam-se uns aos outros? Parecerão alguns dos princípios menos plausíveis à luz do peso dos juízos, ou vice-versa?
Claro que tudo o que este método nos dá, na melhor das hipóteses, é uma série consistente de juízos. Mas se nos empenharmos colectivamente no processo, em conversa com outras pessoas tão racionais como nós, podemos ter cada vez mais confiança na verdade dos resultados. Outras pessoas podem trazer conclusões de que não nos apercebemos; podem alertar-nos para fraquezas dos nossos próprios julgamentos; podem obrigar-nos a pensar mais e melhor. Se convergirmos em conclusões sobre determinados casos com pessoas com quem de outra forma discordamos bastante, deveremos ter ainda mais confiança nos nossos juízos. Não podemos nunca ter a certeza de termos chegado a uma visão final e verdadeira da justiça, ou do castigo, ou da mentira. Mas este método permite-nos pelo menos fazer alguns progressos.
Como foi atrás sugerido, o método que muitos filósofos contemporâneos usam é o que Rawls chama equilíbrio reflectido. Este método convida-nos a abordar questões sobre a moralidade, e questões filosóficas em geral, da seguinte maneira. Tomando um tema como a justiça, ou o castigo, ou a mentira, listamos a princípio os nossos juízos sobre casos particulares específicos, e vemos se todos eles se adaptam de forma consistente. Onde concluirmos que não se adaptam, rejeitamos os juízos nos quais temos menor confiança (por exemplo, aqueles em que temos razões para suspeitar de que há um elemento de interesse próprio a pressionar-nos no sentido desse juízo). Listamos também os princípios gerais, ou regras, que achamos adequados a cobrir casos, e procuramos ver se esses princípios também se encaixam, rejeitando uma vez mais os princípios nos quais temos menos confiança. Depois olhamos para os juízos e para os princípios à luz uns dos outros – adaptam-se uns aos outros? Parecerão alguns dos princípios menos plausíveis à luz do peso dos juízos, ou vice-versa?
Claro que tudo o que este método nos dá, na melhor das hipóteses, é uma série consistente de juízos. Mas se nos empenharmos colectivamente no processo, em conversa com outras pessoas tão racionais como nós, podemos ter cada vez mais confiança na verdade dos resultados. Outras pessoas podem trazer conclusões de que não nos apercebemos; podem alertar-nos para fraquezas dos nossos próprios julgamentos; podem obrigar-nos a pensar mais e melhor. Se convergirmos em conclusões sobre determinados casos com pessoas com quem de outra forma discordamos bastante, deveremos ter ainda mais confiança nos nossos juízos. Não podemos nunca ter a certeza de termos chegado a uma visão final e verdadeira da justiça, ou do castigo, ou da mentira. Mas este método permite-nos pelo menos fazer alguns progressos.
Harry Brighouse, «Porque é que uma clínica de discussão é menos tonta do que uma clínica de insultos ou uma clínica de contradições?» in A filosofia segundo Monty Python, Gary Hardcastle e George Reisch, tr. José Pedro Barreto, Estrela Polar, pp. 70, 71.
24/09/2011
Orientações e Exame
Este ano é reintroduzido o exame de filosofia como uma opção
para os estudantes no 11º ano. Nunca se
tinha verdadeiramente compreendido a abolição do exame dado que era requerido
por mais de 300 cursos superiores como parte dos seus critérios de admissão.
Aquando da sua primeira encarnação (2006-2007) foi produzido um documento
chamado Orientações para a Lecionação do Programa (OLP) que pretendiam balizar
a planificação dos temas programáticos para que esse exame pudesse ser
implementado sem provocar injustiças decorrentes de diferentes abordagens
(legítimas até então, diga-se) ao programa por parte dos professores. Quando
inexplicavelmente o exame foi abolido, as OLP deixaram de ter caráter
obrigatório. Julgamos ser essa a situação atual, pois desconhecemos que exista
alguma indicação para se tomar novamente esse documento como válido.
A questão que aqui deixamos é se não seria avisado revalidar
essas OLP, ou elaborar um documento semelhante. Se tal documento está já a ser
preparado, deveria ser divulgado o mais depressa possível para os professores
adaptarem as suas planificações e lecionação em tempo útil. Deixamos também o desejo que esse tal documento que aguardamos não seja tão parco em informação
como aquele que acompanhou a prova intermédia do ano passado.
04/06/2011
Reintrodução do Exame nacional de Filosofia
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA
E ENSINO SUPERIOR
E ENSINO SUPERIOR
Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior
Deliberação n.º 1085/2011
Deliberação n.º 1085/2011
Considerando o disposto no Decreto -Lei n.º 296 -A/98, de 25 de Setembro, alterado pelos Decretos -Leis n.os 99/99, de 30 de Março, 26/2003, de 7 de Fevereiro, 76/2004, de 27 de Março, 158/2004, de 30 de Junho, 147 -A/2006, de 31 de Julho, 40/2007, de 20 de Fevereiro e 45/2007, de 23 de Fevereiro, 90/2008, de 30 de Maio, e rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 32 -C/2008, de 16 de Junho, nomeadamente na alínea b) do seu artigo 19.º;
Tendo em conta o disposto no Decreto -Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, com a redacção que lhe foi dada pelo Decreto -Lei n.º 50/2011, de 8 de Abril, nomeadamente na alínea c) do n.º 4 do seu artigo 11.º;
Considerando o disposto no artigo 1.º da Deliberação n.º 384/99,de 30 de Junho, da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior; A Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior delibera o seguinte:
1.º Prova de ingresso de Filosofia
1 — Nos termos do disposto no n.º 4 do artigo 11.º do Decreto--Lei n.º 74/2004, com a redacção que lhe foi dada pelo Decreto -Lei n.º 50/2011, a avaliação sumativa externa dos alunos dos cursos científico -humanísticos do ensino secundário volta a incluir a disciplina de Filosofia da componente de formação geral, de acordo com a opção do aluno, pelo que tal disciplina volta a ser objecto de exame nacional do ensino secundário, no final do 11.º ano de escolaridade.
2 — Tendo em conta as disposições legais referidas no número anterior, a disciplina de Filosofia volta a poder constituir -se como prova de ingresso, nos termos do previsto no artigo 19.º do Decreto -Lei n.º 296 -A/98, de 25 de Setembro, pelo que o elenco de provas de ingresso a considerar, a partir da candidatura à matrícula e inscrição no ensino superior no ano lectivo de 2013 -2014, é o constante do anexo I da presente deliberação.
2.º Alterações de elencos de provas de ingresso decorrentes da aplicação do disposto no artigo 1.º
1 — Para os cursos de ensino superior que já se encontram em funcionamento, podem as instituições de ensino superior apresentar à Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, até ao dia 6 de Maio de 2011, propostas de alteração dos respectivos elencos de provas de ingresso, com vista à inclusão da prova de ingresso de Filosofia;
2 — As alterações propostas nos termos do número anterior podem assumir dois propósitos distintos:
a) Adição da prova de ingresso de Filosofia aos elencos de provas de ingresso actualmente fixados;
b) Reestruturação dos elencos de provas de ingresso, de forma a passarem a incluir a prova de ingresso de Filosofia, que obrigue à substituição de provas de ingresso actualmente em vigor.
3 — As propostas apresentadas nos termos da alínea a) do n.º 2 do presente artigo, relativamente a pares estabelecimento/curso que já tenham fixado o número máximo de três elencos alternativos, nos termos do n.º 4 do artigo 20.º do Decreto -Lei n.º 296 -A/98, poderão conter um quarto elenco alternativo de provas de ingresso, devendo tal pretensão ser devidamente fundamentada pelo órgão legal e estatutariamente competente do establecimento de ensino superior com vista à aplicação da medida excepcional prevista no n.º 5 do artigo 20.º do citado decreto -lei.
4 — Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 20.º do Decreto -Lei n.º 296 -A/98, os cursos abrangidos pelo disposto no anexo II da Deliberação n.º 979/2011, de 7 de Abril, da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, não estão sujeitos às limitações previstas no n.º 4 do artigo 20.º do Decreto -Lei n.º 296 -A/98, sendo permitida a fixação de um máximo de seis elencos alternativos de provas de ingresso.
3.º Aplicação
1 — As propostas apresentadas nos termos do disposto na alínea a) do n.º 2 do artigo 2.º serão implementadas a partir da candidatura à matrícula e inscrição no ensino superior no ano lectivo de 2013 -2014;
2 — As propostas apresentadas nos termos do disposto na alínea b) do n.º 2 do artigo 2.º serão implementadas a partir da candidatura à matrícula e inscrição no ensino superior no ano lectivo de 2014 -2015, inclusive.
3 — Para efeitos de aplicação do disposto na presente Deliberação, a prova de ingresso de Filosofia passa a integrar as áreas II, III, IV, V e VI constantes do anexo I da Deliberação n.º 979/2011, de 7 de Abril, da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior.
19 de Abril de 2011. — O Presidente da Comissão, Virgílio Meira
Soares.
ANEXO I
Código Prova de Ingresso
01 Alemão
02 Biologia e Geologia
03 Desenho
04 Economia
05 Espanhol
06 Filosofia
07 Física e Química
08 Francês
09 Geografia
10 Geometria Descritiva
11 História
12 História da Cultura e das Artes
13 Inglês
14 Latim
15 Literatura Portuguesa
16 Matemática
17 Matemática Aplicada às Ciências Sociais
18 Português
19 Matemática A
Diário da República, 2.ª série — N.º 84 — 2 de Maio de 2011
Soares.
ANEXO I
Código Prova de Ingresso
01 Alemão
02 Biologia e Geologia
03 Desenho
04 Economia
05 Espanhol
06 Filosofia
07 Física e Química
08 Francês
09 Geografia
10 Geometria Descritiva
11 História
12 História da Cultura e das Artes
13 Inglês
14 Latim
15 Literatura Portuguesa
16 Matemática
17 Matemática Aplicada às Ciências Sociais
18 Português
19 Matemática A
Diário da República, 2.ª série — N.º 84 — 2 de Maio de 2011
25/05/2011
Recursos Educativos Abertos em Filosofia
Existem Recursos Educativos Abertos em Filosofia? Na verdade, existem poucas fontes exclusivamente dedicadas à Filosofia. Grande parte delas estão sujeitas a Copyright, enquanto apenas algumas possuem licenças Creative Commons. Há uma quantidade considerável de fontes que permitem algumas funcionalidades aos utilizadores, que podem ir desde a simples visualização gratuita à reutilização dos materiais disponíveis, ainda que essa reutilização possa ser condicionada (por exemplo, a uma autorização expressa do autor).
Para memória futura, cá ficam algumas fontes:
Para saber mais
18/04/2011
Decreto-Lei 50/2011
O Decreto-Lei 50/2011 estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular do ensino secundário, bem como da avaliação das aprendizagens, procedendo à eliminação da disciplina de Área de Projecto damatriz dos cursos científico-humanísticos, ao alargamentoda oferta de exames nacionais nas disciplinas de formação geral, sem aumentar o número de exames obrigatórios e, finalmente, à criação da disciplina de Formação Cívica na matriz dos cursos científico-humanísticos.
DL 50_2011
02/01/2011
Exame Nacional de Filosofia 2011
Na "sondagem" que promovemos ao longo dos últimos dias, os leitores dividiram-se quanto à introdução do exame nacional de filosofia em 2011. Cumpre esclarecer que não se trata de uma sondagem mas apenas de uma auscultação da opinião dos leitores deste blogue acerca dessa possibilidade. As opções de voto (sim ou não) não contemplam as diferentes perspectivas em que cada votante se encontra: alguém pode estar de acordo com o exame mas em desacordo com a data, a estrutura ou as matérias sujeitas a avaliação; ou discordar da primeira e concordar com as restantes. Para melhor compreendermos as razões que assistem a cada um, convidámos os leitores a manifestar a sua opinião neste post.
Para mais informações sobre o exame, devem ser consultadas as seguintes páginas:
14/12/2010
A favor ou contra os testes intermédios de Filosofia?
Argumentos favoráveis à introdução dos exames intermédios de Filosofia:
– Credibilizam a disciplina de filosofia
– Reposicionam o estatuto da disciplina junto de professores e alunos
– Incentivam ao estudo da disciplina
– Dignificam o trabalho dos docentes de filosofia
– Motivam para o filosofar
– Contribuem para a dignificação do trabalho dos docentes de filosofia
– Incutem uma cultura de responsabilização nos estudos
– Levam a que os alunos e a sociedade encarem esta disciplina com mais seriedade e interesse
Testes intermédios de Filosofia
Circula na internet um e-mail cujo teor, por ser público, passamos a transcrever:
Car@s Sóci@s,
Conforme tivemos oportunidade de anunciar participámos no dia 13 de Dezembro de 2010, numa reunião ordinária do Conselho Consultivo do GAVE – Gabinete de Avaliação Educacional para debater os seguintes assuntos inscritos na ordem de trabalhos:
1 - Informações;
2 - Esclarecimentos sobre matérias propostas pelos membros;
3 - Balanço da época de Exames e breve análise dos resultados;
4 - Fiabilidade e dificuldade das provas de aferição e de exame; Outros assuntos.
02/12/2010
O que é o discurso filosófico?
Sem pretendermos apresentar uma teoria geral do discurso filosófico, pensamos que é possível propor uma solução intermédia, nem demasiadamente comprometida com uma determinada problemática, nem directamente dependente, em excesso, duma teoria do discurso de frágeis fundamentos. Que direcção tomar para encontrar este método? Ele deve evitar reduzir o texto a uma única dimensão, por exemplo a agumentação ou a análise conceptual. A filosofia argumenta, mas não deve ficar reduzida à argumentação. Além do mais, esta dmensão nem sempre é visível: pode ser "trabalhada" através de outros modos de expressão, como a ironia, o sarcasmo de Nietzsche, ou a exortação e edificação de Epicteto.
Um texto é um conjunto complexo, não apenas dividido em secções e folhas, mas também prisioneiro duma linearidade característica do tempo e da escrita. Estas duas dimensões entrecruzam-se, graças a uma série de referências internas, que colocam numa co-presença ideal todos os momentos do desenvolvimento. A obra filosófica, quer se apresente sob a forma de um tratado dedutivo ou de aforismos brilhantes, é um todo que se constrói e se desfaz, aberto ao mundo e às teorias sobre o sentido, mas igualmente voltado para o universo a que ele prõrpio ~´a origem. É um conjunto móbil, animado de movimento interno, que apresenta uma rede de potencialidades discursivas, de acordo com regras e modalidades que podemos explicitar e analisar.
Frédéric Cossuta, Didáctica da Filosofia, Edições ASA
23/09/2010
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