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11/03/2011

Anthony Weston, "A Arte de Argumentar"

Autor: Anthony Weston

Preço de Capa: 13.00 EURO
Nº de páginas: 147
Ano de Edição: 1996
Editora: Gradiva

Tradução: Desidério Murcho
ISBN: 972-662-441-x







Índice


Prefácio
Introdução

I — A redacção de um argumento curto: algumas regras gerais
1. A distinção entre premissas e conclusão
2. Apresente as suas ideias numa ordem natural
3. Parta de premissas seguras
4. Use uma linguagem precisa, específica e concreta
5. Evite a linguagem tendenciosa
6. Use termos consistentes
7. Limite se a um sentido para cada termo

II — Argumentos com exemplos
1. Use mais do que um exemplo
2. São os exemplos representativos?
3. A informação de fundo é fundamental
4. Existem contra exemplos?

III — Argumentos por analogia
1. A analogia requer um exemplo que seja semelhante num aspecto relevante

IV — Argumentos de autoridade
1. As fontes devem ser citadas
2. São as fontes informadas?
3. São as fontes imparciais?
4. Compare as fontes
5. Ataques pessoais não desqualificam uma fonte

V — Argumentos acerca de causas
1. O argumento explica como a causa conduz ao efeito?
2. A conclusão propõe a causa mais razoável?
3. Os acontecimentos simultâneos não estão necessariamente relacionados
4. Acontecimentos correlacionados podem ter uma causa comum
5. Qualquer um de dois acontecimentos correlacionados pode causar o outro
6. As causas podem ser complexas

VI — Argumentos dedutivos
1. Modus ponens
2. Modus tollens
3. Silogismo hipotético
4. Silogismo disjuntivo
5. Dilema
6. Reductio ad absurdum
7. Argumentos dedutivos em vários passos

VII — A redacção de um ensaio argumentativo: A) A exploração do tema
1. Explore os argumentos de todos as posições
2. Interrogue e defenda cada premissa do argumento
3. Reveja e repense os argumentos à medida que emergem

VIII — A redacção de um ensaio argumentativo: B) Os pontos principais do ensaio 1. Explique a questão
2. Faça uma afirmação ou uma proposta definida
3. Desenvolva completamente os seus argumentos
4. Considere ojeccções possíveis
5. Considere alternativas

IX — A redacção de um ensaio argumentativo: C) Escrever o ensaio
1. Siga o seu esboço
2. A introdução deve ser breve
3. Apresente os seus argumentos um por um
4. Clarifique, clarifique, clarifique
5. Sustente objecções com argumentos
6. Não afirme mais do que mostrou

X — Falácias

Apêndice: a definição Estudo complementar Apêndice à edição portuguesa


Críticas e recensões:

05/03/2011

Os Sofistas

Antes dos Sofistas, os educadores da Grécia eram os poetas. Só no momento em que a recitação de Homero já não constitui o único alimento cultural dos Gregos é que a sofística poderá nascer; este momento coincidirá, como demonstrou Untersteiner, com a crise da civilização aristocrática. Mas são as instituições democráticas que permitirão o progresso da sofística, tornando-a de alguma maneira indispensável: a conquista do poder exige, de agora em diante, o perfeito domínio da linguagem e da argumentação: não se trata apenas de ordenar, há também que persuadir e explicar. É por isso que os Sofistas, como nota Jaeger,, que "saíam todos da classe média", foram, de uma maneira geral, mais favoráveis, parece, ao regime democrático. E claro que os seus alunos mais brilhantes foram aristocratas, mas foi porque a democracia escolheu, frequentemente, os seus chefes entre os aristocratas, e os jovens nobres que que frequentavam os sofistas eram os que aceitaram submeter-se às regras das instituições democráticas; os outros desinteressavam-se da vida política.
Por outro lado, os Sofistas foram profissionais do saber; os primeiros fizeram da ciência e do ensino o seu ofício e meio de subsistência; neste sentido, inauguraram o estatuto social do intelectual moderno. Parecem ter-se interessado por todos os ramos do saber, da gramática às matemáticas, mas estes "filómatos" não procuravam a transmissão de um saber teórico: visavam a formação política de cidadãos escolhidos.
Finalmente, foram pensadores itinerantes, encontrando, apesar de tudo em Atenas o teatro mais prestigiado do seu sucesso. Ensinando de cidade em cidade, adquirem da vida itinerante um sentido penetrante do relativismo, o primeiro exercício do pensamento crítico. O seu estatuto, de alguma maneira internacional, fê-los sair do quadro apertado da cidade e explica a descoberta do individualismo. Favorecem, de certo modo fisicamente, a circulação das ideias, e é talvez este trabalho de pôr em circulação que faz com que Platão, para os caracterizar, empregue de preferência metáforas comerciais e monetárias. Garnet mostra exactamente que, entre as definições platónicas do sofista, no Sofista haja três, isto é, metade, que se relacionam com a actividade mercantil.

Gilbert Romeyer-Dherbey, Os Sofistas, Edições 70

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03/03/2011

Gilbert Romeyer-Dherbey, "Os Sofistas"

Ficha Técnica:

Título original: Les sophistes
Presses Universitaires de France
Tradução de João Amado
Edições 70
ISBN 9789724406497


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