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22/06/2010
PdF - Newsletter de Verão
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17/06/2010
Miguel Baptista Pereira, "Alteridade, Linguagem e Globalização"
O amor da sabedoria é também amor da linguagem, que nos diz os caminhos para o outro num tempo, cuja técnica permite alargar até aos confins da ecúmena a praxis solidária dos homens ou a dinâmica do seu ser-no-mundo de modo global. O humano ser-no-mundo sem exclusão de ninguém e com solicitude pelo outro por cuja integridade se sente responsável «in solidum» e não «pro rata» segundo a linguagem dos juristas, recebeu no sec. XIX da pena de P. Leroux o nome de «solidariedade» e nos nossos dias o de modo humano de «globalização» ou de «mundialização
», que, enquanto modo de estarmos no mundo, diz a incondicionada disponibilidade e responsabilização pelos outros, que, a nível planetário, a técnica hoje nos permite conhecer e abordar. A solidariedade, que enlaça os homens, é também aliança com a natureza e a vida, cuja alteridade continua criadora, mantendo e albergando os homens. Da vinculação umbilical à vida e à natureza e da globalização como modo planetário de estarmos com todos os homens tomamos consciência através da língua materna, que desde o berço iniciou a abertura do mundo dos homens, da vida e da natureza. Neste sentido, globalização ou mundialização como ser-no- -mundo-com-outros opõe-se radicalmente à mundialização nascida da técnica, do mercado e da informação: «Mundialização e universalidade não coincidem mas excluem-se mutuamente. A mundialização é das técnicas, do mercado, do turismo, da informação. A universalidade é dos valores, dos direitos do homem, das liberdades, da cultura, da democracia. A mundialização parece irreversível, o universal estaria antes em via de desaparecimento.
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», que, enquanto modo de estarmos no mundo, diz a incondicionada disponibilidade e responsabilização pelos outros, que, a nível planetário, a técnica hoje nos permite conhecer e abordar. A solidariedade, que enlaça os homens, é também aliança com a natureza e a vida, cuja alteridade continua criadora, mantendo e albergando os homens. Da vinculação umbilical à vida e à natureza e da globalização como modo planetário de estarmos com todos os homens tomamos consciência através da língua materna, que desde o berço iniciou a abertura do mundo dos homens, da vida e da natureza. Neste sentido, globalização ou mundialização como ser-no- -mundo-com-outros opõe-se radicalmente à mundialização nascida da técnica, do mercado e da informação: «Mundialização e universalidade não coincidem mas excluem-se mutuamente. A mundialização é das técnicas, do mercado, do turismo, da informação. A universalidade é dos valores, dos direitos do homem, das liberdades, da cultura, da democracia. A mundialização parece irreversível, o universal estaria antes em via de desaparecimento.
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Axiologia,
Filosofia,
Filosofia Política
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07/06/2010
Maria Luísa Portocarrero Silva, "Autonomia e Clonagem Humanas"
Na sua conferência Gelassenheit, (Serenidade), 2, um texto escrito em 1959, M. Heidegger, filósofo que dispensa qualquer apresentação, alertava-nos já para os desafios e perigos da nossa era. Era atómica (...), era técnica, a denominação pouco importa (...), se soubermos detectar a natureza real do perigo referido.
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Bioética
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06/06/2010
Agenda: de 07 a 13 de Junho de 2010
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Agenda
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03/06/2010
Para que serve a Lógica?
O homem, independentemente da civilização histórica a que pertence, tenta conhecer a verdade. Tanto os homens primitivos como os nossos contemporâneos aspiram a chegar, conhecendo o mundo circundante, ao saber verdadeiro. Este traz alegria e satisfação a uns e penas a outros: a verdade impulsiona os fortes a realizar proezas, mas paraliza a vontade dos fracos, conduze-os ao pessimismo e à confusão. Não obstante, todas as pessoas querem conhecer o mundo em que vivem.
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Lógica
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01/06/2010
O que é a Lógica?
O termo "lógica" é derivado do vocábulo grego logos que significa "ideia", "palavra", "razão" e "regularidade", e emprega-se para designar tanto o conjunto de regras que acata o processo de pensar, reflexo da realidade, como a ciência das regras de raciocínio e das suas formas. Utilizaremos o termo nestes dois sentidos. Além disso, o dito termo emprega-se para designar as regularidades do mundo objectivo ("lógica das coisas", "lógica dos acontecimentos"), o qual sai fora dos marcos do nosso livro.
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Lógica
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